O poder da diversificação em seus investimentos

Aonde investir?

É sem dúvida a pergunta mais clichê que os investidores fazem quando dispõem de novos recursos para aplicar.

Mas apesar de muito singela ela esconde uma das mais poderosas ferramentas que o investidor possui nas mãos para potencializar os seus retornos: a diversificação.

Todos que já se aventuram no universo dos produtos disponibilizados por seus bancos e corretoras já sabem que diversificar os investimentos é sempre muito importante, saber diversificá-los corretamente fará uma gigantesca diferença ao final de um longo período.

A diversificação é sobretudo uma metodologia para i) diluição de risco e ii) maximização de retornos onde o desempenho excepcional de uma cubra o baixo retorno de outra menos rentável. Em resumo, ela funciona como um hedging (proteção) de seu portfólio de investimentos, que pode conter todo tipo de ativo: ações, fundos de investimento, moedas, certificados, letras, títulos, poupança, etc. E a forma como você distribui estes ativos vai definir seu grau de diversificação.

 

Mas afinal, como devemos diversificar nosso portfólio?

Antes de mais nada, é importante garantir que parte do seu dinheiro esteja preservado num ambiente de disponibilidade imediata. Ou seja, os recursos que você pode precisar a qualquer momento devem estar aplicados em ambientes extremamente líquidos e seguros, por exemplo: Poupança, Tesouro Direto, fundo de renda fixa ou CDB com liquidez diária. Está é a sua reserva de segurança!

Já o montante que excede suas demandas imediatas devem ser diversificados!

A distribuição destes recursos vai ser sempre uma função do seu perfil de risco, logo, a sua sensibilidade em trocar segurança por rentabilidade.

E por fim, diversificar é encontrar a melhor eficiência entre risco e retorno de acordo com o seu tipo de perfil.

Vale lembrar que nosso perfil de risco é um elemento dinâmico, e não é correto fixá-lo por exemplo, como “moderado”, e assim preservá-lo sempre.

Muitas vezes um indivíduo de perfil conservador ganha um dinheiro extra, como um benefício do FGTS, herança ou dividendos e decide aplicá-lo em ativos de maior risco.

Sendo assim é importante que em cada etapa de sua vida você reavalie seu perfil de risco!

E fique tranquilo, pois ao se cadastrar na Peak, nossa plataforma irá te orientar com a identificação do perfil de risco mais adequado para você!

 

Diversificação através do modelo “Peer to Peer Lending”

Agora vamos aos termos práticos! A partir do momento que você já formou a sua reserva de segurança e separou outro montante para investir, não importa se você é conservador ou arrojado, o Peer to Peer Lending (P2P Lending) pode te proporcionar caminhos distintos na diversificação do seu portfólio.

Se você é conservador, pode investir no P2P lending com uma pequena carteira. Nesse caso, seu objetivo será apenas amplificar o retorno do seu portfólio como um todo.

Por exemplo, se você dispõe de R$ 100 mil na poupança, após um ano ela terá rendido aproximadamente 4.5% e você terminará o primeiro ano com quase R$ 4.500,00 de lucro. Totalizando R$ 104.500,00.

Se destes mesmos R$ 100.000,00 você aplicar R$ 20.000 nas oportunidades da Peak, ao final do primeiro ano você terá:

  • Os mesmos 4.5% a.a sobre os R$ 80.000,00 da poupança, que são aproximadamente R$ 3.700,00
  • Até 45.5% a.a sobre os R$ 20 mil na Peak, que são aproximadamente R$ 4.400,00

Totalizando: R$ 83.700,00 + R$ 24.400,00 = R$ 108.100,00

Ou seja, ao diversificar apenas 20% do seu portfólio você já consegue praticamente dobrar o seu lucro!

Agora caso você seja mais agressivo e queira por exemplo diversificar 50% destes mesmos R$100.000,00 com investimentos em P2P lending, ao final do ano você terá R$ 113.200,00. Mais do que triplicando o retorno caso tivesse investido tudo na poupança!

Estes são apenas dois exemplos de como a diversificação pode potencializar os seus retornos.

Mas a principal evidência desse exercício é mostrar como o investimento em crédito P2P pode ser construtivo tanto para quem tem um perfil conservador como para aqueles que são arrojados. Servindo tanto como um elemento de ganho extra no portfólio ou como um equalizador de rendimentos da carteira como um todo.

Agora vamos fazer um exercício de como o investimento em P2P poder atuar como elemento de proteção (hedging) no seu portfólio.

Voltamos aos mesmo R$ 100.000,00, mas agora inserindo ações da bolsa como mais um ativo de diversificação no portfólio.

Imagine que seu portfólio tem agora:

  • R$ 50.000,00 na poupança
  • R$ 25.000,00 em ações da Bovespa
  • R$ 25.000,00 em P2P Lending

E que por uma crise ou evento de mercado suas ações percam 10% de valor no ano.

O resultado final seria:

  • R$ 50.000,00 na poupança, teriam rendido: R$ 2.300,00
  • R$ 25.000,00 em ações da Bovespa, teriam depreciado: -R$ 2.500,00
  • R$ 25.000,00 em P2P Lending, teriam rendido: R$ 5.450,00

Resultando num saldo final de R$ 105.340,00!

Ou seja, mesmo perdendo valor em ações seu portfólio se manteve com uma rentabilidade positiva e acima da poupança e o P2P agiu como um instrumento de proteção da carteira.

 

Riscos do modelo “Peer to Peer Lending”

Evidentemente o P2P também oferece alguns riscos ao investidor.

O mercado de crédito no Brasil tem um índice de default, que mesmo sendo baixo, gira em torno de 3% e os investidores podem estar expostos a ele.

Mas tendo esse elemento como dado no modelo de negócios, nós também conseguimos contornar esse risco, mais uma vez, com a diversificação! Por isso recomendamos que você aplique o seu recurso disponível ao P2P em várias empresas! Seu portfólio fica múltiplas vezes mais seguro ao diluir vários investimentos pequenos em muitas oportunidades.

Mas esse será tema para um novo artigo que publicaremos em breve! Onde explicaremos como constituir portfólios eficientes dentro do universo do P2P.

Acompanhe nosso blog e fique atento às dicas dos nossos especialistas!

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