Investidores de Ações, FII e P2P Lending — descubra o que eles têm em comum?

Apesar de distintas, Ações, FII e P2P Lending são alternativas que atraem investidores de diferentes perfis. Entenda o motivo importante por trás disso!

Existem no mercado financeiro diferentes produtos e ativos para montar uma carteira de investimentos diversificada, segura e com alta rentabilidade. Entre as diversas soluções, as ações FII e P2P Lending são escolhas que se destacam não só pelo retorno que proporcionam, mas também pelo aspecto social atrelado à estratégia.

Neste artigo, você vai entender melhor como funcionam essas modalidades de investimentos, quais são as semelhanças e diferenças entre elas e o segredo por trás do crescimento do P2P Lending que o ajudará a melhorar os resultados nos rendimentos da sua carteira. Ficou curioso? Então, leia até o fim e descubra!

O que são investimentos em ações?

De forma resumida, podemos dizer que as ações representam uma participação proprietária em uma empresa. Assim, quem compra uma ação é “dono” de uma fração da companhia. Dessa forma, quanto mais ações você tem, maior sua participação acionária nesse ativo.

Como acionista ou proprietário de um pedaço da empresa, o investidor tem direito à sua respectiva parcela de lucros do negócio, além de participação em votos relativos às ações. O que prova essa relação acionária é o certificado de ações, um registro eletrônico gerenciado pela corretora.

Existem diferentes maneiras de um investidor obter lucros com esse tipo de ativo. O mais comum é a compra do certificado quando ele está barato, e posterior venda quando a ação valoriza.

Todas essas operações ocorrem na bolsa de valores. Nesse ambiente online, as ações de cada companhia são identificadas com um código. Veja um exemplo prático. A Gol Linhas Aéreas é representada pela sigla GOLL4. No dia 13 de maio, cada ação estava sendo negociada por R$ 10,07 e no dia 2 de junho, fechou em R$ 15,11, um rendimento de 50% em menos de três semanas.

Esse tipo de investimento é arriscado, pois, assim como as ações podem valorizar, elas também despencam sem avisar. Por isso, esse tipo de investidor tem um perfil mais arrojado e normalmente diversifica seus investimentos da carteira para minimizar os riscos.

E os fundos imobiliários?

Como o nome já sugere, os FIIs seguem o modelo dos fundos de investimentos e se baseiam na compra de ativos imobiliários. Mas fique tranquilo, porque isso não quer dizer que você precise desembolsar rios de dinheiro para comprar um imóvel. Na verdade, o investidor vira dono de um pedaço de um conjunto de diversos imóveis. Como assim?

Um fundo imobiliário pode ser formado por lojas, shoppings, escritórios, condomínios e edifícios, por exemplo, e reúne vários investidores que juntam dinheiro com um objetivo em comum.

O funcionamento é bem simples. Uma instituição financeira lança uma oferta pública de um fundo imobiliário com o objetivo de reunir fundos para adquirir, construir ou investir em projetos imobiliários. Feito isso, os imóveis são alugados ou arrendados, e o lucro (aluguéis, arrendamento ou vendas) são partilhados entre os cotistas. Hoje, são mais de 220 alistados na B3).

Embora os rendimentos mensais sejam isentos de imposto de renda, a instituição cobra taxas de administração como remuneração pelo gerenciamento do fundo. Trata-se de um investimento para um perfil mais conservador, e apresentam rendimentos interessantes a longo prazo.

Peak Invest - Investimentos

Sabe como funcionam os investimentos P2P Lending?

Para entender a relação entre ações, FII e P2P Lending, vamos considerar as peculiaridades desta última modalidade de investimento. O Peer to Peer Lending faz parte de uma tendência de economia compartilhada em que uma ou mais pessoas juntam recursos para emprestar dinheiro para empresas, sem a intermediação de um banco.

Essa convergência ocorre em uma plataforma na qual empresas buscam capital e investidores aplicam seu dinheiro. Para se qualificar ao recebimento do crédito, o empreendedor terá que passar por uma avaliação criteriosa da instituição. Caso seja aprovada, os investidores decidem se investem ou não, com base nas informações detalhadas que a plataforma fornece.

As principais vantagens desse modelo são:

  • retorno vantajoso, de 10% a 48% ao ano;
  • ausência de burocracia para o investidor;
  • análise de crédito descomplicada para o tomador;
  • taxas de juros mais atraentes do que as fornecidas pelos bancos.

Quais as semelhanças entre os investidores de ações, FII e P2P Lending?

Aqueles que investem em ações, FII e P2P Lending estão aplicando recursos para financiar as operações de diferentes empreendimentos e, por isso, promovem o aquecimento da economia do país. Então, temos aqui um impacto social importante, uma vez que contribuem para a atividade das empresas, que podem expandir suas atividades e abrir novos postos de trabalho.

Além do fator socioeconômico, podemos destacar que esses investidores sabem utilizar essas diferentes modalidades para diversificar sua carteira de ativos, ou seja, apostar em alternativas mais arriscadas para alavancar resultados e garantir maior segurança em investimentos mais conservadores.

Assim, é claro que, dependendo do perfil, cada investidor terá suas preferências e estratégias, mas não alocar todo o seu patrimônio em um único tipo de investimento é um caminho inteligente que rende bons frutos, especialmente a longo prazo.

Peak Invest - Ações, FII e P2P Lending

Por que usar o P2P Lending em sua estratégia de diversificação?

Essa modalidade tem crescido bastante nos últimos anos, e a razão por trás dessa tendência estão os altos rendimentos, que podem chegar a 48% ao ano, a partir de 340% acima do CDI. É um modelo muito adequado ao perfil de investidores que deseja fugir das variações da bolsa e, ao mesmo tempo, manter um rendimento elevado com maior previsibilidade de ganhos.

O principal risco do peer to peer está ligado a uma possível inadimplência da empresa que tomou o crédito, ou seja, de ela não pagar as parcelas. Isso não significa que o investidor está sem proteção. As principais garantias do credor são:

  • o investimento é regulamentado pela CVM e pelo Banco Central, sendo uma modalidade amplamente praticada em países de primeiro mundo;
  • há a figura do avalista ou sócio que garante o pagamento da dívida, de modo que ele pode ser convocado a arcar com o custo em caso de inadimplência;
  • a análise de crédito feita pela plataforma é bem rigorosa, com juros condizentes ao risco assumido;
  • a plataforma assume a responsabilidade pela cobrança.

Entre ações, FII e P2P Lending, esta última opção se tornou uma alternativa interessante para compor a carteira de investimentos de pessoas que desejam elevar sua rentabilidade e ainda apoiar pequenas e médias empresas a ampliar suas operações com juros mais acessíveis e justos.

O que achou dessa estratégia? Achou atrativo? Então, cadastre-se na plataforma da Peak Invest e conheça novas oportunidades de investimentos!

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