Os 5 erros comuns do investidor iniciante em P2P Lending

Seja você experiente, seja um investidor iniciante, é bem provável que já tenha cometido alguns destes erros. Saiba como evitá-los para proteger seus investimentos!

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Investir é uma das principais formas de fazer seu patrimônio crescer e alcançar a liberdade financeira. E parece que a quantidade de pessoas que entenderam isso, cresceu fortemente nos últimos anos. Somente em 2020, o número de cadastrados na B3, por exemplo, subiu 92%, pulando para 3,2 milhões de novos CPFs investindo. Apesar disso, o investidor iniciante muitas vezes comete erros que comprometem seus resultados.

Para ajudar você nessa primeira etapa dos investimentos, listamos 5 dos principais equívocos comuns entre aqueles que estão começando. Saiba como evitá-los para aumentar suas chances de lucro.

1.  Não entender a modalidade e a relação de Risco X Retorno

Todo investimento envolve riscos, maior ou menor. No mundo dos investimentos, a relação entre risco e rendimentos é bem estreita. Isso significa que quanto maior o lucro, maior também o risco. 

Muitos iniciantes, porém, ficam atraídos pelos altos percentuais de retorno estimado em alguns ativos e se esquecem que existe ali um risco atrelado, especialmente na renda variável. Por exemplo, no peer to peer lending que é considerado no mercado financeiro um modelo de renda fixa, existe o risco da inadimplência. Alguns investidores “early adopters” no P2P, comentam que a volatilidade da modalidade, é a inadimplência das empresas. Tendo em vista o sobe e desce das ações na bolsa de valores, onde muitos fatores podem influenciar trazendo volatilidade de vários ativos – como política, notícia e especulações – no P2P Lending, a empresa investida paga o empréstimo ou passa por dificuldades, atrasa e não consegue pagar as parcelas em dia. Lembrando que não é um investimento que possui garantias reais. Em algumas operações a Peak apresenta ofertas com garantia de recebíveis. Mas, sem dúvida, a melhor ação é adotar a estratégia de diversificação de carteira que protegem o patrimônio, como veremos a seguir.

2. Não diversificar a carteira de empresas e diluir o risco

O segundo grande erro, é investir em poucas empresas e esperar o retorno mesmo exposto ao risco. A velha história do amigo que pergunta: “Se eu colocar mil reais, quanto eu ganho no final?” O melhor conselho é: “Não é o suficiente para ter uma carteira diversificada de crédito para empresas.” Obviamente que é preciso entender a plataforma, ter confiança, se sentir seguro para testar e iniciar os aportes, mas é muito importante diversificar os investimentos em diferentes empresas. Desta forma, seus aportes ficam diluídos e menos expostos ao risco. Por isso, montar sua carteira com muitas e diferentes empresas é fundamental para o equilíbrio da relação de risco e rentabilidade.

3. Não pensar em longo prazo

A pressa é inimiga dos bons rendimentos, sem dúvida. Mas é comum que o investidor iniciante espere resultados rápidos. Essa ansiedade pode atrapalhar a tomada de decisão e assim perder a oportunidade de ter bons resultados. Lembre-se que o poder dos juros compostos está no tempo — no P2P Lending você recebe rendimentos mensalmente e pode reinvestir para potencializar o lucro na modalidade.

Quando pensamos em longo prazo, não estamos apenas olhando para o futuro. Longo prazo é priorizar o que você tem hoje para, aos poucos, conquistar algo muito maior lá na frente. É preciso ter paciência e adotar uma estratégia consistente.

4. Não ter uma metodologia de investimento e esperar por retorno

Por sermos bombardeados por milhares de fontes, torna- se cada vez mais necessário filtrar as informações que importam. Isso acontece muito no mercado financeiro e tem seu lado bom e ruim. Cada analista tem sua metodologia de estudo, e o que deu certo para ele talvez não dê certo para você. Lembre-se, rendimento passado não é garantia de rendimento futuro.

Então, é preciso definir sua metodologia e ser consistente. É claro que ajustes podem e devem serem feitos, rebalanceando a carteira de investimentos, mas lembre-se, os melhores resultados vêm no longo prazo e na diversificação.

5. Skin in the game

“Skin in the game” é um termo usado por Warren Buffet, um dos maiores investidores do mercado financeiro mundial. Significa basicamente colocar a pele em risco. Essa filosofia se tornou uma ferramenta de análise importante no mercado de investimentos. 

A ideia básica é que os administradores de um negócio que investem o próprio dinheiro na empresa não estão jogando para perder. Esse envolvimento financeiro, aumenta a confiança dos investidores em aplicar recursos na empresa. Aqui na Peak Invest, por exemplo, os sócios, acionistas e colaboradores também investem através da plataforma, porque confiam no modelo e nas oportunidades que são apresentadas.

O investidor que começa a conhecer o P2P, normalmente, tem receio de iniciar seus investimentos. Surgem muitas dúvidas sobre como funciona a plataforma, quem regulamenta a modalidade, preocupação com a inadimplência, desconfiança da rentabilidade acima da média do mercado, e repetindo, isso tudo é normal. É importante pesquisar sobre a plataforma, saber quem está por trás do negócio e o nível de comprometimento do time. 

A principal vantagem de adotar a filosofia “skin in the game” está justamente na probabilidade de alcançar os melhores resultados testando novas modalidades para compor a carteira de investimentos. 

Como alertamos neste artigo, um investidor iniciante pode se deparar com os riscos, mas quando entende a modalidade e a importância da diversificação, a tendência é ter a sua própria carteira de crédito, segura e rentável.

Que tal começar seus investimentos com o pé direito com a Peak Invest? Faça uma simulação e conheça seu potencial de ganhos!

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